
Estado do Acre - (AC)
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>>Mapa
Rodoviário do Estado do Acre
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Habitante: acreano.
Situação geográfica - sudoeste da região Norte.
Área: 153.697 km².
Limites: Amazonas (N); Rondônia (L); Bolívia (SE) e Peru (S
e O).
Características: planalto (maior parte do território) e serra
da Contamana (O).
Clima: equatorial.
Cidades principais: Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Tarauacá, Sena Madureira,
Brasiléia.
Rios Principais: Juruá, Tarauacá, Muru, Embirá, Xapuri,
Purus, Iaco e Acre.
Hora local (em relação a Brasília): -2h.
Colonização: migrantes do Ceará (maioria).
Vida média (anos): 64,3 (1980).
Economia - extrativismo (borracha e castanha), pecuária.
Agricultura: mandioca, arroz, banana e milho.
Pecuária e criações: bovinos, suínos, ovinos
e galinhas.
Indústria: alimentícia, madeireira, cerâmica e
mobiliário.
Capital do Estado - RIO BRANCO
Código
DDD 0 XX 68 - Nº do telefone
XX = Código da Operadora
Habitante - Rio-branquense.
Situação geográfica - Área: 14.294 km².
Limites: Bujari, Porto Acre, Boca do Acre (N); Senador Guiomard (L); Xapuri,
Capixaba (S) e Sena Madureira (O).
Altitude: 152,5 m.
Distância de Brasília: 3.123 km.
Economia - extrativismo (borracha, castanha) e pecuária.
Agricultura: mandioca, milho, feijão, arroz e banana.
Indústria: alimentícia, construção civil, madeireira
e mobiliário.
Jornais: 2 diários
Formação
histórica
Até o começo do século XX, pertence à Bolívia.
Com o ciclo da borracha (1827-1915), os brasileiros tornam-se a maioria da
população e, em 1899, quando os bolivianos começam a
recolher impostos, eles se revoltam.
Os conflitos terminam com a assinatura do Tratado de Petrópolis
(17/11/1903): o Brasil recebe a posse definitiva do território em
troca de áreas no Mato Grosso, do pagamento de 2 milhões de
libras esterlinas e do compromisso de construir a estrada de ferro
Madeira-Mamoré para o escoamento de produtos bolivianos.
Integrado ao Brasil como território, é subdividido em três
departamentos e, depois, em quatro.
Unificado em 1920, é elevado à condição de Estado
em 15/6/1962, durante o governo João Goulart.
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