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>>Mapa Rodoviário do Estado do Amazonas



Habitante: amazonense.
Situação geográfica - centro da região Norte.
Área: 1.567.953 km².
Limites: Venezuela, Roraima (N); Colômbia (NO); Pará (L); Mato Grosso (SE); Rondônia (S); Acre e Peru (SO).
Características: planalto das Guianas (N) e encostas do planalto Brasileiro (S).
Clima: equatorial.
Cidades principais: Manaus, Manacapuru, Tefé, Parintins e Itacoatiara.
Rios principais: Juruá, Purus, Madeira, Negro, Amazonas, Içá, Solimões, Uaupés e Japurá.
Hora local (em relação a Brasília): -1h a leste da linha que vai de Tabatinga a Porto Acre; -2h a oeste dessa linha.
Colonização: ingleses, holandeses, portugueses e migrantes nordestinos.
Vida média (anos): 65 (1993).
Economia - extrativismo, mineração, indústria e pesca.
Agricultura: cítricos (laranja, tangerina, limão), mandioca, melancia e banana.
Pecuária e criações: bovinos e bubalinos.
Minérios: calcário, gipsita, estanho e zirconita.
Indústria: materiais elétricos e de comunicação, extração mineral, metalúrgica, alimentícia, bebidas e relógios.



Capital do Estado - MANAUS
Código DDD   0 XX 92 - Nº do telefone
XX = Código da Operadora
 

Habitante - Manauense ou manauara.
Situação geográfica - Área: 14.337 km².
Limites: Presidente Figueiredo (N); Itacoatiara, Rio Preto da Eva (L); Iranduba, Careiro (S) e Novo Airão (O).
Altitude: 92,9 m.
Distância de Brasília: 3.490 km.
Economia - indústria (siderúrgica, eletroeletrônica, mecânica); agricultura, comércio.
Agricultura: cítricos (laranja, tangerina, limão) (14,6 milhões de frutos); cupuaçu (174 mil frutos); abacate (242 mil frutos); mandioca (311 mil t); mamão (183 t); urucum (150 t); abacaxi (150 mil frutos) (1992).
Indústria: siderúrgica, mecânica, eletroeletrônica.
Jornais: 6 diários.


Formação histórica

Pelo Tratado de Tordesilhas, pertencia à Espanha. Desde o início do séc. XVII, é alvo de freqüentes incursões portuguesas.
Em 1637, o português Pedro Teixeira parte da foz do rio Amazonas e chega até Quito, no Equador.
Para favorecer as entradas no território, em 1671, Francisco da Mota Galvão constrói o Forte de São José do Rio Negro, origem da cidade de Manaus.
As disputas com a Espanha terminam com o Tratado de Madri, que, em 1750, dá a Portugal posse definitiva da região.
Em 1822, é incorporada ao Pará.
No rastro dos movimentos nativistas, que ocorrem em 1832, é palco de uma revolta popular que exige a independência.
A rebelião é reprimida pelas tropas imperiais mas, em 1850, Dom Pedro II cria a província do Amazonas.
Nos primeiros anos do séc. XIX, o ciclo da borracha leva muita riqueza para a região.
No entanto, a decadência econômica vem logo em seguida, graças à concorrência no mercado internacional da produção saída dos seringais das colônias inglesas e holandesas no Oriente.
A partir de 1950, o Estado retoma lentamente o crescimento, por meio de incentivos federais e da criação da Zona Franca de Manaus, em 1967.


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