
Estado do Ceará - (CE)
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Ceará
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Rodoviário do Estado do Ceará
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Habitante: cearense.
Situação geográfica - norte da região Nordeste.
Área: 145.693 km².
Limites: oceano Atlântico (N); Rio Grande do Norte, Paraíba
(L); Pernambuco (S) e Piauí (O).
Características: planalto (maior parte do território);
planícies e várzeas (L, O).
Clima: tropical.
Cidades principais: Fortaleza, Juazeiro do Norte, Maracanaú, Sobral,
Caucaia e Crato.
Rios principais: Jaguaribe, Salgado, Conceição, Acaraú,
Banabuiú, Trussu, Pagoti e Piranji.
Hora local (em relação a Brasília): a mesma.
Colonização: portugueses, holandeses e migrantes nordestinos.
Vida média (anos): 62,62 (1980).
Economia - extrativismo (vegetal, mineral) e indústria.
Agricultura: feijão, milho, arroz, algodão herbáceo,
algodão arbóreo, castanha de caju, cana-de-açúcar,
mandioca, mamona, tomate, banana, laranja e coco-da-baía.
Pecuária e criações: bovinos, suínos, caprinos,
ovinos e aves.
Minérios: ferro, água mineral, calcário, argila,
magnésio, granito, petróleo, gás natural e sal marinho.
Indústria: mineração, vestuário, alimentícia,
metalúrgica, têxtil, química e calçados.
Capital
do Estado - FORTALEZA
Código
DDD 0 XX 85 - Nº do telefone
XX = Código da Operadora
Habitante - Fortalezense.
Situação geográfica - Área: 336 km².
Limites: oceano Atlântico (N); Aquiraz (L); Pacatuba (S); Caucaia,
Maranguape (O).
Região metropolitana: Aquiraz, Caucaia, Eusébio, Fortaleza,
Guaiúba, Maracanaú, Pacatuba e Maranguape.
Altitude: 27 m.
Distância de Brasília: 2.285 km.
Economia - indústria (têxtil, calçados, curtume,
transformação de produtos vegetais), comércio e
serviços.
Agricultura: arroz, banana, cana-de-açúcar, castanha de caju,
coco-da-baía, feijão, mandioca, manga e milho.
Principais indústrias: têxtil, calçados, mobiliário,
alimentícia, de mineração, editorial e gráfica
e metalúrgica.
Jornais: 4 diários.
Formação
histórica
A colonização portuguesa
começa, de fato, só depois da expulsão dos holandeses,
que dominam a região (1637-1644 e 1649-1654) e constroem o Forte
Schoonenborch, na embocadura do rio Pajeú; depois, Fortaleza de Nossa
Senhora de Assunção, origem da capital da província.
Em 1822, os cearenses participam ativamente da luta pela independência.
Durante a Confederação do Equador, em 1824, os revoltosos proclamam
um novo presidente da província, mas a rebelião é sufocada
pelas tropas de lorde Cochrane.
No reinado de Dom Pedro II, alcança grande progresso, com a chegada
da navegação a vapor, das estradas de ferro, da
iluminação a gás e do telefone.
Em 1884, todos os escravos são libertados.
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