
Estado do Espírito Santo - (ES)
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Santo
>>Mapa
Rodoviário do Estado do Espírito Santo
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Habitante: capixaba.
Situação geográfica - leste da região Sudeste.
Área: 45.733 km².
Limites: Bahia (N); oceano Atlântico (L); Rio de Janeiro (S) e Minas
Gerais (O).
Características: baixada, 40% do território (litoral); serra
(interior).
Clima: tropical.
Cidades principais: Vitória, Cachoeiro do Itapemirim, Vila Velha,
Cariacica e Serra.
Rios principais: Doce, São Mateus, Itaúna, Cachoeiro e Jacu.
Hora local (em relação a Brasília): a mesma.
Colonização: portugueses, holandeses, alemães e
italianos.
Vida média (anos): 67,2 (1980).
Economia - agricultura e indústria.
Agricultura: café, feijão, milho, arroz, abacaxi, banana, mandioca
e cacau.
Pecuária e criações: bovinos, suínos e aves.
Minérios: petróleo, gás natural e calcário.
Indústria: química, alimentícia, madeireira,
metalúrgica e de mineração.
Capital do Estado - VITÓRIA
Código DDD
0 XX 27 - Nº do telefone
XX = Código da Operadora
Habitante - Vitoriense.
Situação geográfica - Área: 81 km².
Limites: Serra (N); Oceano Atlântico (L); Vila Velha (S) e Cariacica
(O).
Altitude: 3,3 m.
Distância de Brasília: 1.238 km.
Economia - indústria (alimentícia, cerâmica,
mobiliário), comércio e serviços.
Indústria: alimentícia, cerâmica, mobiliário.
Jornais: 2 diários.
Formação
histórica
Criada por Dom João III em 1534. Além da resistência
indígena, sofre incursões de piratas franceses, holandeses
e ingleses.
No séc. XVII, as entradas favorecem a formação de
núcleos de povoamento no interior, com a criação de
engenhos de açúcar e o desenvolvimento da lavoura e do
comércio.
Com o fim das entradas, a economia fica estagnada.
A capitania, até então subordinada à Bahia, é
reintegrada à coroa no início do séc. XVIII, quando
obtém sua autonomia.
Na independência, a população apóia Dom Pedro
I.
Em 1849, o governo reprime uma insurreição de duzentos escravos
negros, no distrito de Queimados.
A economia volta a crescer a partir de 1823, com a chegada de levas de imigrantes
suíços, alemães, holandeses e açorianos.
Em 1888, o fim da escravatura arruína os fazendeiros. De 1892 a 1896,
quando há grande corrente de imigração, os italianos
incrementam a cultura do café, produto que saneia as finanças
do Estado e permite a construção de estradas de ferro e do
porto de Vitória.
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