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Estado do Maranhão - (MA)
>>Mapa do Maranhão
>>Mapa Rodoviário do Estado do Maranhão
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Habitante: maranhense.
Situação geográfica - oeste da região Nordeste.
Área: 329.555 km².
Limites: oceano Atlântico (N); Piauí (L); Tocantins (S e SO)
e Pará (O).
Características: costa recortada (baía de São Marcos);
planície costeira, dunas (litoral) e planaltos (demais regiões).
Clima: tropical.
Cidades principais: São Luís, Imperatriz e Caxias.
Rios principais: Tocantins, Gurupi, Pindaré, Mearim, Parnaíba,
Turiaçu e Itapecuru.
Hora local (em relação a Brasília): a mesma.
Colonização: franceses, portugueses e africanos.
Vida média (anos): 55,3 (1980).
Economia - indústria, serviços, extrativismo (babaçu),
agricultura.
Agricultura: mandioca, arroz, milho, soja e feijão.
Pecuária e criações: bovinos, suínos, caprinos,
eqüinos, aves e asininos.
Minérios: calcário.
Indústria: transformação de alumínio e alumina,
alimentícia e madeireira.
Capital do Estado - SÃO
LUÍS
Código
DDD 0 XX 98 - Nº do telefone
XX = Código da Operadora
Habitante - São-luisense.
Situação geográfica - Área: 822 km².
Limites: oceano Atlântico (N); São José de Ribamar (L);
Estreito dos Mosquitos (S) e baía de São Marcos (O).
Altitude: 24,4 m.
Distância de Brasília: 2.157 km.
Economia - indústria de transformação de minérios,
comércio.
Indústria: de transformação de minérios,
alimentícia, têxtil, alumínio e mobiliário.
Jornais: 5 diários.
Formação
histórica
A primeira tentativa de povoamento feita pelos portugueses, em 1535, não
deixa vestígios.
Os franceses iniciam a ocupação do território com a
instalação da França Equinocial, em 1612.
Portugal expulsa-os em 1615 e, em 1624, institui a capitania do Maranhão
e do Grão-Pará.
Em 1641, a ilha de São Luís é ocupada pelos holandeses,
expulsos três anos depois.
A partir daí, o domínio português consolida-se de tal
forma que a Independência só é aceita em 1823, após
intervenção armada do almirante Cochrane, a mando de Dom Pedro
I.
Em 1831, é palco da Setembrada, que exige a expulsão dos
portugueses e dos padres franciscanos da região e, em 1838, da Balaiada,
movimento popular contra o poder e os privilégios da aristocracia
rural.
Com a abolição da escravatura, a economia entra em decadência
e só começa a se recuperar durante a I Guerra Mundial.
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