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"
SER FELIZ "
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O
Conselho dos 12 através de Selacia
Janeiro 2008
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Neste ponto crucial na história, vocês
estão diante de uma bifurcação na estrada. Vocês não estão
sozinhos. Pessoas de diversas culturas por todo o mundo estão diante
de suas próprias bifurcações na estrada As escolhas devem ser
feitas antes que possam dar o próximo salto.
A
bifurcação na estrada representa as escolhas que são necessárias
enquanto a humanidade cria um tipo de mundo inteiramente novo. Algumas
destas escolhas envolvem redefinições revolucionárias de como viver
como um ser humano. Definirem a si mesmos e ao seu mundo baseados nas
perspectivas do velho paradigma os mantêm presos nos sistemas
obsoletos que vocês querem abandonar.
Agora
é o momento de redefinir o que é verdadeiro para vocês, que tipo de
vida vocês querem criar, como querem se expressar no mundo, e o que
significa realmente ser feliz.
Como
parte disto, gostarão de criar um novo padrão de medida para avaliar
os seus sucessos. O tradicional padrão de competição, comparação
e ganância baseado no medo, não tem espaço no novo mundo em que vocês
querem viver.
Não
se esqueçam, os humanos tendem a ser motivados por um desejo de serem
felizes e de evitar a dor. Esta motivação é o fator chave
subjacente que configura as vidas da maior parte das pessoas. É
normal querer ser feliz, e vivenciar a felicidade em uma base contínua.
Quem não gostaria disto?
O
Dilema da Felicidade
Há
um dilema, entretanto, quando vocês vivem a sua vida baseada nos
marcadores mundiais antiquados da felicidade. As pessoas tendem a
fazer isto sem um propósito deliberado, continuando nos padrões
colocados no lugar há muito tempo por aqueles que não compreendiam a
verdadeira base da felicidade.
Estes
padrões incluem sistemas de crenças limitantes sobre a felicidade,
que são mantidos a um nível do DNA dentro da humanidade hoje. Os
padrões retornam em inumeráveis gerações, e eles incluem também
crenças mantidas ao nível de consciência de massa. Por esta razão,
ninguém é isento de carregar sistemas de crenças limitantes que se
relacionam à felicidade. É comum, por exemplo, para as pessoas
acreditarem que elas devem ter uma determinada coisa ou alguém para
serem felizes.
Nos
tempos modernos – especialmente nos países Ocidentais
industrializados – a felicidade esteve ligada com condições
externas. Estas circunstâncias externas incluem coisas como dinheiro
e sucesso material, fama e ser reconhecido por boas obras, posses
materiais, um casamento feliz e filhos bem sucedidos, juventude e
atratividade, e boa saúde.
A
idéia tem sido que se vocês tiverem a situação certa, poderão ser
felizes. Enquanto a felicidade depender em parte de suas condições
externas, vocês vão prosseguir em um desapontamento contínuo se
estas coisas externas forem a sua principal marca de referência.
Associar a sua felicidade principalmente às condições externas,
estabelece uma competição interminável para descobrir e manifestar
as circunstâncias certas. É uma competição interminável porque
significa que a pessoa na competição dá o seu poder aos fatores
externos e aos símbolos de status que estão sempre no processo de
mudança. Toda a felicidade que se baseia nestes tipos de marcos miliários
temporários está condenada.
Mensagens
Sutis ao seu redor
Agora
é de conhecimento comum que a felicidade não pode ser comprada.
Entretanto, quando o seu mundo é estimulado pelo consumismo, há uma
tendência normal em querer adquirir o que lhes é dito como necessário
para a felicidade. Imersas em todo lugar dentro da cultura estão as
mensagens sutis, e freqüentemente não tão sutis,
sobre o que vocês devem ter para serem felizes.
Vocês
aprendem a assimilar estas mensagens desde uma idade precoce. No
momento em que vocês estão amadurecidos o suficiente para andar e
falar, vocês são condicionados a pedir coisas. A idéia é que estas
coisas têm alguma habilidade mágica para torná-los felizes. Vocês
são condicionados também a querer o que os outros têm, e a competir
no mundo para obter estas coisas. Os métodos há muito tempo
praticados em sociedade, de recompensa e punição, estabelecem um laço
interminável de desejos insaciáveis. Vocês são
recompensados por determinados comportamentos e punidos por outros.
Por
exemplo, se vocês concordam com o pensamento da sua companhia de
recompensar os empregados que trabalham 80 horas semanais, vocês
podem ser promovidos mais rapidamente na escada da corporação. O
sucesso, no sentido tradicional, tem estado há muito tempo ligado à
hierarquia, poder salarial, e a habilidade de gerar prosperidade para
assegurar o futuro. Se vocês são bem sucedidos deste modo, tendo
aprendido a jogar pelas regras, outros impressionados com as suas
habilidades os admirarão e gostarão de estar perto de vocês. Vocês
receberão atenção e algumas pessoas poderão até invejá-los. Não
é nenhuma surpresa, então, que aprendam a associar a aquisição de
coisas externas com a felicidade e até em serem amados.
O
foco típico das aquisições são as coisas que vocês sentem que são
necessárias para serem felizes.
Dependendo do seu estágio da vida e do condicionamento, estas coisas
podem ser algo de um novo carro, uma casa protegida dos ruídos e
intrusões dos vizinhos, um emprego de status elevado, um alimento que
vocês adoraram nas festas de sua infância, ou os últimos
equipamentos eletrônicos que vocês vêem anunciados por toda a
cidade.
Ter
Coisas não é Bom ou Ruim
Não
é bom ou ruim ter tais coisas.
O importante a compreender é que vocês não criarão um
estado verdadeiro de felicidade ao adquirirem estas coisas do mundo
externo. Nenhuma das coisas que vocês poderiam
adquirir é permanente. O novo carro poderia ser destruído
em um acidente amanhã. A casa tranqüila poderia se tornar ruidosa
quando vizinhos diferentes se mudassem para a porta ao lado, ou se
torne menos privado quando uma alta plataforma é construída e vocês
têm vizinhos bisbilhotando em suas janelas. O emprego de status
elevado poderia ser perdido em um declínio econômico. Seu alimento
favorito, uma vez comido, se junta a uma lista interminável de
prazeres temporários. Equipamentos eletrônicos, até os mais
recentes modelos, se tornarão obsoletos.
Similarmente,
qualquer um dos estados externos de ser que vocês poderiam
conquistar, mudará em algum momento. Vocês começam a vida
como um jovem e envelhecem. Seu relacionamento com um amado
muda – quando os sentimentos alteram, os caminhos da vida se
ajustam, ou através de separações, incluindo a morte. Seu
dinheiro lhes é inútil, uma vez que morram. Do
mesmo modo, grandes fortunas podem ser perdidas tão rapidamente como
elas são feitas.
Requer
grande habilidade em evitar ser impactado pela constante propaganda da
mídia lhes dizendo que a felicidade é algo que vocês “obtêm”.
Se a felicidade não é algo que vocês podem “obter”, o
que é, e como vocês a manifestam em sua vida?
Primeiro,
a verdadeira felicidade é um estado de ser.
No mundo dualístico da vida humana, a felicidade é tão inconstante
quanto qualquer fenômeno. As condições humanas estão no processo
de mudança contínua. Um arco-íris vibrantemente colorido no céu após
uma chuva purificadora pode trazer sentimentos de felicidade. O que
acontece após a escuridão quando o arco-íris desaparece do céu? Até
se nada desagradável acontecer nesta noite, como vocês manterão um
sentimento de felicidade?
Um
Arco-Íris no Céu
A
Felicidade não está baseada em ser capaz de ver um arco-íris no céu.
Quando
vocês estão vivenciando a verdadeira felicidade, podem ter o sentimento
de um arco-íris em seu coração que é suficiente.
Isto
pode soar fácil de fazer, mas não é.
De fato, gerar a felicidade não é algo que vocês façam sob
qualquer condição. Trata-se mais de
ser. Isto se relaciona especificamente com a qualidade
de ser que vocês aprendem a manifestar no meio do caos da vida e do
cenário que sempre se modifica.
A
pessoa verdadeiramente feliz descobre como aceitar a vida como ela é,
e aprende a integrar tanto o prazer como a dor.
O prazer é apreciado sem apego, e a dor é trabalhada habilmente.
Abordar a dor de um modo hábil é compreender que não é vergonhoso
ter dor. É também útil lembrar que tanto os ciclos dolorosos, como
os prazerosos, são temporários. A vida de cada um terá uma mistura
de prazer e de dor. A pessoa verdadeiramente feliz diz “sim”
à vida, não obstante como as situações apareçam. Esta
pessoa aprende a retornar continuamente a um estado atento e a
interiorizar-se intensamente.
Quando
vocês se interiorizam o suficiente, compreendem que vocês são
Divinos e inalterados por qualquer experiência terrena de
dor ou prazer. Quando vocês se conectam com esta compreensão
– aprendendo a coexistir pacificamente com todos os tipos de
circunstâncias – vocês podem mudar para um estado
feliz. O que descobrem através desta aprendizagem e
introspecção é que abaixo dos seus padrões humanos
condicionados está um ser Divino, cheio de amor e de alegria.
Esta parte sua está em paz com todas as suas diversas situações, e
pode ajudá-los a acessar este estado pacífico.
A
Felicidade é como Cuidar de uma Vela
A
Felicidade é como zelar por uma vela colocada no peitoril de uma
janela aberta.
Quando vocês acendem a vela em uma noite tranqüila, podem apreciar a
sua chama por horas sem interrupção. Acender a vela em uma noite
tempestuosa, e dependendo de que modo o vento está soprando, a vela
pode não permanecer acesa por muito tempo. Seja tranqüila ou
tempestuosa, uma vez que vocês acendam a vela, ela começa a mudar a
forma. Ela eventualmente se extinguirá. A vela fará o que
naturalmente fará. Vocês podem escolher como respondem à
vela. Vocês podem ser atentos, notando como ela queima. Vocês podem
cuidar da vela quando uma rajada de vento soprar na chama, reacendendo
o pavio. Vocês podem fechar a janela, assim a vela ficará
acesa por mais tempo. Quando a vela tiver queimado completamente,
poderão substituí-la por um tipo similar de vela. Do mesmo modo, vocês
podem escolher substituí-la por um tipo diferente de vela. Vocês
podem nada fazer agora, também. Vocês podem simplesmente deixar que
a vela se extinga lá.
A
vela tem uma luz que pode iluminar a sua noite. Para manter a chama
queimando, vocês precisarão tomar algumas atitudes como reacender o
pavio. Vocês precisarão ser cuidadosos, ou a chama da vela sempre
mutável pode se extinguir sem que vocês percebam. É assim
com a felicidade, um sentimento que pode iluminar a sua vida.
Felicidade
– este sentimento
aparentemente ilusório ou efêmero – é acessada como um
estado de ser através de sua atenção e ação. Ela tem
muito mais a ver com o seu estado da mente do que com as coisas
externas. A felicidade não continuará automaticamente,
apenas porque vocês a acessam. Ela é um estado de ser que exigirá a
sua atenção e ação cuidadosa e contínua. Quando os
sentimentos de felicidade desaparecem, vocês podem renovar os
sentimentos felizes através de sua atenção e ação. A
escolha é envolvida em ambas as atividades. Vocês têm escolhas
quanto ao que prestam atenção, em que pensamentos têm, como
permitem coisas que os afetem, e em como agem em resposta às
circunstâncias da vida. A escolha consciente é a chave aqui,
tornarem-se mais e mais conscientes do que estiverem escolhendo.
Quanto mais vocês fizerem isto, mais fácil será retornar a um
sentimento de felicidade, não obstante ao que pareça estar
acontecendo em seu mundo externo. É possível conquistar isto, um
momento de cada vez. Isto acontece no momento presente, com um
foco no momento-presente.
Obstáculos
à Felicidade
A
seguir estão alguns dos inúmeros obstáculos à felicidade.
Convidem a sua razão guiada intuitivamente enquanto vocês contemplam
cada um. Considerem como cada um dos obstáculos pode ter sido um
fator em sua própria felicidade no decorrer dos anos. Coloquem a sua
intenção para abordar isto, sem a autocrítica ou a necessidade de
se sentirem superiores aos outros. Lembrem-se de que todos são
impactados por estes obstáculos em algum ponto em sua série de
experiências humanas. Cada pessoa tem também o
potencial, em alguma vida, de aprender como ser feliz. Estejam abertos
à idéia de que esta poderia ser a existência que vocês
controlariam isto.
Associar
a felicidade principalmente com circunstâncias externas específicas.
Vocês já pensaram que seriam felizes se somente
vocês pudessem encontrar e amar a sua alma gêmea?
Quantas vezes vocês falaram que se somente tivessem
mais dinheiro, todos os seus problemas seriam resolvidos?
Quantas vezes vocês pensaram que se pudessem ter
um emprego que expressasse o seu propósito de alma, então poderiam
ser felizes?
Expressar
o amor de um modo condicional.
Vocês se lembram como quando
crianças foram feridos por pessoas que declaravam que os amavam, mas
expressavam este amor sob condições rígidas?
O que vocês aprenderam de como foram tratados?
Que tipos de padrões de relacionamento vocês
testemunharam quando eram crianças que se tornaram uma parte de como
vocês deram ou receberam amor quando adultos?
Por exemplo, que tipos de expectativas vocês colocam
naqueles que amam?
Como vocês tratam àqueles que amam quando não estão
agindo do seu modo?
Como vocês impedem outros de lhes dar?
De que modos vocês criam empecilhos para vocês mesmos,
recusando-se a se dar amor?
Como vocês se punem por supostos maus
procedimentos?
Avaliarem-se
baseados no que os outros têm.
O que acontece aos seus sentimentos de felicidade quando
vocês se comparam com outros?
Vocês ainda podem ser felizes quando notam que o seu
vizinho tem algo que vocês não têm?
Vocês se percebem comparando o seu nível de sucesso
com o que outros próximos a vocês conquistaram?
Entregar
o seu poder a outros.
Vocês acham que outros controlam a sua habilidade de
serem felizes?
Vocês decidiram que uma determinada pessoa é responsável
por vocês serem felizes ou infelizes?
Algumas vezes vocês se sentem contentes, e então como
se outra pessoa “tirasse a sua felicidade”?
Quantas vezes vocês questionam as figuras de autoridade
– incluindo os médicos, as notícias da mídia, e os líderes do
governo – que lhes dão más notícias?
Vocês permitem estas mensagens de tristeza e destruição
para mudá-los de um humor de contentamento para um de desespero?
Quando isto acontece, vocês compreendem que estão
concedendo a estas pessoas um poder que é apenas seu?
Com que freqüência vocês contemplam o seu verdadeiro
poder como o ser Divino que vocês são?
Viver
com um foco no passado ou no futuro.
Vocês estão querendo que algo aconteça antes para que
possam ser felizes?
O que os está impedindo de decidirem ser felizes agora?
E quanto ao seu passado que vocês decidiram ter ele
destruíndo
a sua felicidade?
Quanto do seu tempo vocês passam recordando algo feliz
no passado, lamentando-se sobre como vocês não estão apreciando
este agora?
Quando vocês estão se sentindo descontentes, com que
freqüência este sentimento está realmente se originando de algo que
está ocorrendo agora?
Com que freqüência vocês se preocupam com algo no
futuro, impedindo-os de acessar um estado feliz no presente?
Vocês se encontram freqüentemente devaneando sobre uma
situação ideal que vocês não são capazes de ter agora?
Quando vocês se lembram que o seu passado não está
acontecendo agora e que o seu futuro não está garantido, o que os
está impedindo de descobrir como ser feliz agora?
Vocês estão conscientes de quando se sentem felizes no
momento presente, talvez sem nenhuma razão em particular, mas
simplesmente porque o sentem?
Sem
saber quando têm o suficiente.
Quanto é suficiente?
Vocês têm um barômetro interno saudável que lhes diz
quando estão satisfeitos?
Vocês atualizam a sua “medida suficiente” por toda
a sua vida para refletir circunstâncias inconstantes?
Vocês aprenderam a se satisfazer com o que é
apropriado a vocês, ou avaliam a sua satisfação pelos padrões de
medida que os outros usam ou que a sociedade determina/ O que é
necessário para que se sintam contentes?
Vocês podem acessar sentimentos de contentamento
interior, mesmo depois de terem recebido notícias preocupantes?
Vocês se conhecem bem o suficiente para confirmar
quando estão satisfeitos, quando algo está perdido, e o que e quanto
mais de algo vocês precisam verdadeiramente?
Focar
no que vocês não têm.
Vocês se acham focando no que não têm, seja se
lamentando sobre a falta ou se preocupando com o que acontecerá se
vocês não o conseguirem?
A sua lista do que vocês não têm, é mais longa do
que a sua lista do que têm e que os deixam felizes?
Com que freqüência vocês questionam as coisas em sua
lista de “deve ter”, deixando de se focar nas coisas que realmente
não são mais relevantes ou necessárias?
Abordar
a vida com um foco negativo.
Desde que é comum para os humanos estarem condicionados
a ver a vida como uma série de acontecimentos negativos, quanto do
tempo vocês permitem que a sua mente emita uma sombra escura em suas
experiências?
Vocês se encontram pensando de um modo negativo em
grande parte do tempo?
Algumas vezes vocês fazem isto até mesmo logo após um
evento feliz ou de receberem algumas notícias muito boas?
Como este pensamento destrói a sua felicidade no
momento?
Vocês têm um hábito de esperar o pior nas situações,
e então quando algo desagradável acontece, reforçam a dor ao
visualizá-las de uma perspectiva negativa?
Com que freqüência vocês fazem o esforço para
contemplar as bênçãos e os benefícios potenciais de uma circunstância
infeliz?
O que vocês fazem para transformar o seu pensamento?
Vocês podem deixar ir o quão grande parece um erro no
momento para ver além do erro e compreender uma cena maior?
Permitir
que emoções negativas controlem as suas respostas.
Como lidar com emoções destrutivas?
O que vocês fizeram durante anos para se
tornarem mais inteligentes em como vocês lidarão
com os estados emocionais?
Vocês descobriram quais são os seus próprios
padrões emocionais de resposta?
Vocês se impressionam quando se sentem zangados,
tristes, magoados, desapontados, e amedrontados?
Quando vocês sentem estas coisas, como vocês controlam
os sentimentos, de modo que eles não afetem negativamente as suas
respostas e ações?
Quando se sentem zangados, vocês atendem ao telefone e
gritam com um amado com palavras ofensivas?
Caso vocês se sintam tristes, se afastam do seu mundo
externo de um modo que prejudique o eu ou os outros?
Quando alguém fere os seus sentimentos, vocês
agem impulsivamente na dor, dizendo algo mesquinho?
Se foram desapontados por alguém, vocês encontram
modos hábeis ao responder ou permitem que o ressentimento amargure o
seu relacionamento?
Quando sentem medo vocês agem baseados
no medo ou permitem que prevaleça a sua razão guiada intuitivamente?
Associar
a felicidade com prazos artificiais.
Qual é o seu relacionamento com o tempo e os prazos?
Vocês se sentem capazes de se sentirem contentes quando
descobrem que perderam um prazo que estabeleceram para vocês?
Quando vocês determinam a sua própria estrutura de
tempo para cumprir algo, vocês podem ser flexíveis
com vocês mesmos se precisarem ajustá-lo, ou ficam infelizes e se
responsabilizam ou aos outros?
Com que freqüência vocês atualizam os seus prazos
para tomarem em consideração mudanças nas circunstâncias da vida?
Quão desejosos estão de rejeitar prazos artificiais
quando eles não fazem mais sentido?
Se vocês foram condicionados a esperar uma
aposentadoria tradicional aos 65 anos, e então descobrem que não terão
isto, vocês ficam infelizes e fecham a sua mente às idéias de como
poderiam apreciar novas fontes de sustento?
Vocês decidiram que ficarão menos e menos felizes
quando envelhecerem, ou que os seus momentos felizes estão atrás de
vocês?
Ter
expectativas muito baixas ou muito elevadas.
Em que situações vocês estabelecem expectativas que são
muito baixas ou muito elevadas?
Se estiverem aprendendo algo novo, vocês esperam tão
pouco de suas habilidades que vocês se determinaram para o fracasso?
Vocês têm o hábito de exigir a perfeição
em algumas áreas, estabelecendo um ciclo desnecessário de
desapontamentos?
Como vocês reagem quando algo sai errado?
Duvidar
que podem mudar as suas circunstâncias.
Vocês acreditam que podem mudar as suas circunstâncias?
Vocês acham que está em seu poder mudar pelo menos a
sua experiência do que está acontecendo?
Quando vocês se lembram de sua habilidade em mudar as
situações, o que vocês fazem para começar o processo de mudança?
Necessidade
de estar no controle.
Como é importante para vocês estarem no controle?
Vocês se percebem tentando controlar as coisas e as
pessoas quando não é apropriado fazer isto?
Com que freqüência vocês recuam das situações o
tempo suficiente para que percebam que o que está acontecendo está
fora do seu controle?
Vocês desenvolveram a habilidade de saber claramente
que coisas vocês podem controlar?
Sabendo disto, quais ações vocês assumem?
Falta
de conexão espiritual suficiente.
Quanto do seu dia vocês estão conectados com a sua razão
guiada intuitivamente e com o espírito?
Como vocês integraram o espírito nas experiências diárias?
Vocês se percebem esquecendo de acessar o seu cérebro
direito intuitivo, tentando forçar soluções apenas com a lógica?
Vocês permitem o tempo suficiente para a tranqüila
reflexão interior, conectando-se com a sabedoria do
seu coração?
Vocês estão tão preocupados com os negócios terrenos
que se esqueceram de incluir o espírito quando resolvem os problemas
ou se relacionam com os outros?
Quando estão em crise, aprenderam a confiar na sua
orientação interior sobre o que fazer em seguida?
Vocês se lembram de acessar esta orientação ao se
sentirem perdidos ou com medo?
Buscar
companhias com um foco negativo.
Vocês buscam amigos que se lamentam
continuamente e tentam atraí-los em sua negatividade?
Vocês monitoram como se sentem quando passam o tempo
com os outros, notando como vocês tendem a entrar em uma espiral
negativa de pensamento ou de sentimento até mesmo após breves
encontros?
Vocês contemplaram qual padrão vocês poderiam ter que
poderia estar permitindo a continuação deste cenário, lembrando que
cada relacionamento tem o potencial para ajudá-los a evoluir?
O que vocês fizeram para mudar o modo como
interagem com estes amigos?
Tentar
fazer outros felizes quando estão infelizes.
Vocês estão tentando fazer outra
pessoa feliz quando não podem ser felizes?
Vocês compreendem que não podem ajudar aos outros a
terem felicidade quando vocês mesmos não sabem como acessar o estado
feliz?
Estar
em “guerra” com o que há.
Com que freqüência vocês se encontram resistindo ao
que há e indo à “guerra” com isto?
Algumas vezes vocês notam, em uma percepção tardia,
como a sua luta com as circunstâncias prolongou as dificuldades?
Vocês vêem como a sua resistência os leva ao conflito
e à luta, esgotando a sua energia?
Vocês então compreendem que a resistência
os impedem de acessar a felicidade?
Inabilidade
de sentir gratidão pelas pequenas coisas.
O que leva a inspirar sentimentos de gratidão dentro de
vocês?
Vocês podem se sentir gratos pelos pequenos prazeres da
vida, tais como um dia
ensolarado após semanas de chuva ou um banho morno ao final do seu
dia?
Quando vocês estão vivenciando tempos difíceis ou um
desafio maior, algumas vezes vocês esquecem as suas muitas bênçãos?
No meio de seu esquecimento temporário, vocês podem se
deter em gratidão, lembrando-se de que a sua vida humana é preciosa,
não obstante o que esteja acontecendo atualmente?
Ultrapassando
os Obstáculos para a Felicidade
Agora,
tendo contemplado alguns dos obstáculos para a felicidade,
provavelmente vocês terão mais clareza sobre o que os está
impedindo de serem felizes.
O estado da
sua mente é a chave.
Isto ajuda se vocês puderem decidir ser felizes.
Coloquem a sua intenção regularmente para serem
felizes com as circunstâncias de sua vida.
Decidam que vocês estarão aceitando os eventos
da vida, e não os combatendo.
Encontrem algo com o qual sejam felizes, ou pelo menos
gratos, quando no meio de situações preocupantes.
Decidam que vocês podem ser felizes com algo agora, ao
invés de esperar que as suas circunstâncias mudem.
Contemplem a felicidade, refletindo no que ela
realmente significa.
Peçam
ao seu Eu Superior para informar sobre o caminho da sua vida.
Há algo que vocês estão fazendo ou não fazendo que
esteja afetando a sua felicidade subjacente?
Há algo que vocês estão omitindo?
Vocês acreditam que merecem ser felizes, e se não, por
que não?
O que vocês falaram desde a infância que devem ter a
fim de que sejam felizes?
Vocês sentem que devem esperar a felicidade, e se assim
for, por quê?
Também, isto é realmente verdadeiro?
Da perspectiva de sua alma, o que vocês poderiam estar
fazendo que esteja mais em alinhamento com o seu propósito mais
elevado?
Enquanto
vocês continuam a jornada da redescoberta de sua natureza Divina, nós
os envolvemos com o nosso amor e bênçãos.
Nós somos O Conselho dos 12.
Nota
de Selacia:
“Nós estamos vivendo em tempos muito diferentes do
que já poderíamos ter visualizado até há uma década. Viver hoje
é certamente desafiador em muitos níveis, não obstante quem vocês
sejam. Tendo notado um descontentamento crescente nas pessoas que
vivem em todas as partes do mundo, eu pedi ao Conselho dos 12 para
tratar do tópico da felicidade. Esta mensagem atual nos dá algumas
abordagens recentes para este tópico antiqüíssimo. Sua mensagem
para nós é que é realmente o momento para redefinir o que é a
felicidade. Eles tratam este tópico oportuno de um modo que podemos
relacionar de modos práticos. A sua mensagem foca em como
conquistamos a felicidade, e que modos de ser nos impedem de sermos
felizes.
A
felicidade não pode ser garantida, entretanto é interessante notar
que em alguns países há uma idéia de que as pessoas têm um direito
de buscar a felicidade. Nos Estados Unidos, por exemplo, a Declaração
da Independência em 1776, decretou que a busca da felicidade era um
direito inalienável para todas as pessoas. Na América, portanto, é
um direito constitucional buscar a felicidade. Mas o que isto
significa? Certamente, se os estudos recentes estiverem corretos, os
Americanos se visualizam como não sendo mais felizes do que as
pessoas em muitas outras culturas.
Não
obstante aonde vocês residam no mundo, é útil enquanto avançamos, redefinir
o que a felicidade significa. As velhas marcas de referência
estão obsoletas. Precisamos de novas definições e abordagens se nós
quisermos criar o novo tipo de mundo que buscamos viver. Meu desejo
para todos vocês é que descubram novos modos de encarar a
felicidade, e que vocês sejam capazes de acessar o estado feliz
natural mais freqüentemente e por longos períodos de tempo.
Se
vocês tiverem comentários sobre esta mensagem, ou sobre como a
mensagem deste mês os ajudou a esclarecer como vocês podem ser mais
felizes – ou sugestões para outros tópicos que o Conselho dos 12
poderia tratar – por favor, me enviem um e-mail para Selacia@Selacia.com.”
Tradução:
Regina Drumond reginamadrumond@yahoo.com.br
Fonte
Original em Português: http://www.novasenergias.net/selacia/c12behappyjan08.html
Inglês:
http://www.selacia.com
Direitos
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E-mail:
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