A GRANDE FAMÍLIA

As vezes precisamos eleger primazias, para que a tarefa atinja sua finalidade na hora certa, razão por que há necessidade de bom senso na seleção da tarefa de maior importância.

O acúmulo de solicitações, por vezes, termina impedindo o sucesso do empreendimento, que visava uma determinada finalidade, não importando o caráter da mesma.

A abertura de muitas frentes de luta esvai as energias disponíveis, por não se fazerem racionadas para o fim almejado. Fracionadas se fazem enfraquecidas e as finalidades se retardam a sua realização.

E por que isso acontece?

Pela falta de unidade das partes ou setores que formam o todo. Interligadas as realizações somam em força e favorecem a boa realização.

Vejam como ainda não conseguimos somar interesses, vejam quanta exclusão ainda existe na grande família, vejam quantas pessoas não tem seus dotes aproveitados e quanta falta de sensibilidade em relação aos menos gabaritados.

Refletir sobre estes aspectos é necessário, para que um dia possamos unidos, somarmos nossas forças, quando necessário se fizer lutar para conquistar condições ou situações que engrandeçam o Grupo ou a Casa que amamos.

A solidariedade ainda esta carenciada nas relações interpessoais na Casa, ainda há muita displicência de uns para com os outros, que enfrentam situações difíceis, angustiantes, sem encontrarem o gesto amigo de quem se propõe Servir Amando.

Há geradores de conflitos, passíveis de serem evitados e não são. Criam situações desagradáveis nos atos de convivência, por falta de maturidade emocional de muitos participantes da comunidade da Casa.

A tolerância ainda é limitada entre os membros da família, o que deve ser analisado, pois os ensinamentos pregados não são vivenciados, descaracterizando o espírito da casa.

O momento é de encontro com a verdade, para que possamos buscar a melhoria comportamental, para que unidos realmente possamos caminhar para o amanhã, convictos que estamos despertos para realizar a nossa renovação, impulsionando o nosso crescimento na busca de um aperfeiçoamento que condiga com os princípios do amai-vos uns aos outros, como vos amo.

Conquistado este laurel teremos a tranqüilidade no reconhecermos que construímos a Nossa Casa sobre rochas e não sobre areias movediças, favorecedoras de ruínas.

A Bandeira hasteada no alto do mastro é símbolo a ser respeitado, a luz que ilumina não se apagará se não cooperarem para que isso aconteça, a liberdade sempre existirá enquanto o livre arbítrio imperar na família que reencontrou-se para resgatar velhos relacionamentos de desrespeito e desamor.

Daí ser necessário serem cuidadosos no agir, no falar, no propor, no realizar, para que todos se fortifiquem, engrandeçam e reconheçam as grande oportunidade que o Pai nos concedeu no nosso ato de reencontro.

Sejamos uma família felicitada pela harmonia, e unida pela paz.

Messias

Recebido por Nydia - 11.09.2003

Revisão - Jairo

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