" EXPERIÊNCIAS DIFÍCEIS "
Na realidade, os compromissados com tarefas espirituais carecem de se manterem em perfeito equilíbrio psíquico e emocional, para que sua disponibilidade possa ser bem aproveitada, quando a solicitação se fizer necessária de parte daqueles amigos que conduzem a disciplina dos grupos, trabalhos, tarefas realizadas em prol da programação de responsabilidade da Casa, que se dispõe a servir amando, como pregou Cristo na sua passagem pela Terra.
Todos os compromissados recebem ajuda, apoio, para que possam realizar sua tarefa oficiosa com responsabilidade e consciência. Quando não estão em plenas condições, são auxiliados nas suas dificuldades, para que se façam ajustados, harmoniosos, plenos, para que realizem a captação de maneira clara e precisa, para que seja bem entendido e possa servir de orientação, estímulo, esclarecimento àqueles a quem é dirigida, evitando confusões ao serem interpretadas por algum mal informado, impedindo, assim, a perda no que deveria ser ajuda, socorro, estímulo.
Na dúvida da veracidade do recebido é preferível não fazer uso do mesmo, para não participar ou se fazer responsável por informação prejudicial, que levaria a dúvida se instalar, por falta de clareza da mensagem recebida por quem, no momento, estava privado do equilíbrio, por se sentir emocionalmente perturbado, sem a necessária tranqüilidade para exercer a tarefa de receptor e comunicador.
Gerar conflito, confusão, por não reconhecer sua temporária falta de condições, é falta de consciência de parte daquele que pensa estar em sintonia com o Mundo Maior, mas está imerso nos seus próprios conflitos que lhe impedem a sintonia ideal, harmoniosa.
O bom senso deve prevalecer sempre, ajudando a bem discernir o que é joio e o que é trigo, para que seu compromissamento como receptor não seja maculado, por falta de humildade em não poder admitir que precisa reconhecer que seu momento emocional, psicológico, espiritual, está a carecer de cuidados.
O afastamento do grupo, dos trabalhos, para que a recuperação do equilíbrio, da saúde, às vezes se faz necessário, para que o trabalhador revise, analise seu momento conflituoso, difícil no seu processo de vivência de resgate e evolução.
Nada a condenar aquele que, em recesso, se permite buscar ajuda para seu momento de transição, pois o auxílio lhe chegará por merecimento, como afirma a sentença sábia: "É dando que se recebe".
Aos que vivenciam transtornos em sua vida privada, encontram barreiras nas tarefas de retransmissores e receptores, aconselhamos que sejam pacientes, pois há sempre um novo amanhã quando a luz ilumina as consciências, para que se preparem para um novo ciclo na existência a caminho do aperfeiçoamento humano e espiritual.
Não esqueçam, não estão sós na peregrinação que fazem em direção ao Pai.
Messias
Recebido pela Nydia em 26.4.2003
Revisão: Clovis
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