"Mensagens de M"

Meus Amigos!

Ainda está difícil, muito difícil me fazer tranqüila. Há uma agitação que se manifesta a todo instante, e não consigo me fazer tranqüila, serena, em paz.

Não esperava que isso fosse acontecer, pois fim é fim e tinha tomado a decisão de por fim á minha desdita frustração, dizendo não à minha impotência, diante do irremediável.

Surpresa, mais uma surpresa a ter que enfrentar, na realidade que se fez tão difícil para mim, que até então me julgava capaz de dar solução a todo problema que surgia no meu ato de vida.

Agora é um descobrir, um ter que enfrentar a dura realidade da continuidade da vida, da responsabilidade de assumir os compromissos pré estabelecidos e aí estou frente a mim mesma, tendo que convive com a minha dimensão de Ser que sou, por ter sido incapaz de conviver com minhas dificuldades e de manter, convivendo com a experiência que elegi para crescer, evoluir e aperfeiçoar.

Pergunto-me o que fiz de todo o conhecimento adquirido e de todas as experiências, se não fui capaz de me fazer forte o suficiente para salvar um filho e salvar-me.

Será que fui traída pelo preconceito, pela vaidade, pelo orgulho de não ter podido me sobrepor as minhas dificuldades, que me arrasaram e me desfiguraram como a Mestra que precisava ser.

Quais as emoções dominantes que me fizeram desprezar o uso da razão, o uso do bom senso, da coerência com meus princípios e valores.

Perdi-me na noite de confusão e de conflitos que se instalaram em mim, sem me deixar crer que tudo poderia ser temporário e que, após a borrasca, o céu se faria lindo e limpo e eu poderia reviver em paz e até me sentir feliz, esquecendo experiências vividas nos últimos tempos.

Fraquejei e depois fali deixando tanto a fazer, para completar o programa que havia traçado nas minhas esperanças. Fali comigo, fali com os meus, fali com os amigos e fali muito mais com aqueles que pensavam ter encontrado o apoio para vencerem suas dificuldades e nisso consiste minha maior tortura. No final exemplifiquei a falta de crença na minha filosofia de vida.

Ruí, tombei e denegri a vida que tanto me custou construir.

Sei que posso contar com a absolvição de amigos. Só não sei se poderei contar com a minha, acho que, a humildade que me faltou, tive que busca-la para ressarcir o meu ato de agressão para comigo mesma, perdoando-me por ter sido menor do que pensava ser.

Agora terei que encarar esta dura verdade, e este depoimento é meu primeiro ato de renovação. Me ver nua e deixar que os outros saibam quem verdadeiramente era e quem sou.

Alguém que admite que faliu, por ter se feito um esboço de mulher, pelas conquistas feitas através do conhecimento científico da psicologia e quando se defronta com a dificuldade maior, teimosa de ter de recomeçar com consciência maior, desistiu e, consequentemente faliu, deixando sua imagem denegrida para os que com ela conviveram e ouviram sua doutrinação para se fazerem vitoriosos de suas lutas, dificuldades se fazendo vitoriosos e não vencidos.

Esta página incompleta que deixei ao fugir da vida, exige ser completada.

Ainda não sei quando, nem como, mas a Lei de Vida exige que a programação se faça completa, para que possa ascender no meu projeto de evoluir, aperfeiçoar e resgatar, agora, bem mais sobrecarregado pelo meu ato de violência, agressão e desrespeito à vida que me foi concedida como oportunidade de me fazer concedida como oportunidade de me fazer livre de valores e preconceitos, que, por não me felicitarem, infelicitaram-me.

Tenho sido assistida por amigos, espero não desapontá-los pela dedicação que manifestam, não me deixando mergulhar em trevas como aconteceu comigo, quando descri, perdi a fé e não confiei numa verdade que conhecia "a vida é eterna e continua".

Sustentada e estimulada vim trazer esse depoimento, para poder logo desligar, para refazer minhas forças, reorganizando minhas emoções e revisar meus atos, para selecionar os positivos e me conscientizar daqueles que precisam e exigem serem renovados no adquirir uma consciência maior de quem realmente sou, do quanto posso esperar de mim e o que, verdadeiramente, tenho para oferecer para mim e repartir com os outros meus companheiros, agora, de infortúnio.

Não sei como agradecer esta oportunidade de me revelar.., como sou, já que os enganei, mesmo involuntariamente, com falsa imagem de mim.

Espero que me amem na minha fragilidade que os surpreendeu.

O meu carinho para ti, filho meu, e para vocês a quem eu reconheço amigas.

M.

07/02/2001

Recebido por: Nydia C. da Silva



Amigos:

Tenho hoje consciência de meu gesto, de meu ato treslocado que as conseqüências terei que assumir, retardando meu crescimento por tanto tempo almejado de alma e coração.

Quantas vezes enfrentei momentos difíceis, dirimi dúvidas que me avassalavam, convicta de tinha encontrado a solução ideal para que pudesse prosseguir na minha busca de me fazer feliz e realizada. No entanto, agora, comprovo que nem sempre decisões cooperaram para que eu mantivesse-me em paz e convivesse com minha harmonia interna.

Agora, enfrento a grande crise do arrependimento que as poucas forças que me restaram e fico perplexa com o desequilíbrio que me desajustou e cegou minha razão.
Continuo a me debater entre o me acusar e me sentir a vítima traída no meu mundo de emoções, conflituada com minhas lembranças. Não gostaria de conviver com os momentos de aparente lucidez. No entanto sou esclarecida que é melhor para mim, para que possa aliviar-me e estabelecer uma relalação de paz comigo mesma, pois só assim adquirirei as condições necessárias para repassar as experiências que tive e possa compreender o entrelaçamento das vidas que me oportunizaram crescer e evoluir para resgatar.

Um véu denso, por momentos, se estende sobre minha mente e pouco penso existir, nem ter existido e isso me assusta, pois temo assim permanecer não sendo. Quando a percepção volta, sofro com a verdade que se faz presente e me deixa perceber o longo caminho a percorrer, pelo tempo perdido pelos meus atos irresponsáveis. Não foi a primeira vez que seccionei a vida, outras fugas realizei tentando escapulir de dificuldades a enfrentar, já era para ter consciência que violentar-se de nada vale, pois a morte não leva à paz.

Dizemos que estamos no céu ou no inferno e nos surpreendemos com a continuidade das emoções e descobrimos que a vida continua e temos de aceitá-la para resgatar atos impensados e não justificáveis. Ando e percorro um caminho, às vezes sabendo onde ir e por vezes perco-me dentro de mim e não sei como prosseguir nesta viagem que irracionalmente arquitetei. Estou a me exercitar, tentando ficar livre de minhas difíceis emoções para que possa no amanhã sensatamente direcionar-me num novo projeto de vida, sem culpa, consciente e com responsabilidade. Estou hospitalizada, como dizem, onde recebo um atendimento esclarecedor, onde meus atos são analisados e avaliados, e isso provoca dor e desencanto, fico tão prostrada que sou levada a descansar e relaxar no meu leito, onde energias me beneficiam e refazem minhas forças e favorecem que fique em paz e descanse minha mente e coração tão magoado e ressentido do que vivi e aos quais sobrevivi. Esta mecânica de ajuda que recebo tem sido benéfica ao meu estado emocional e espero ser capaz de bem aproveitar esta grande oportunidade que me está sendo concedida.

M.

Recebido em 11/02/2001 por Nydia C. da Silva



Meus Amigos:

Agora percebo a inutilidade do meu gesto , e sinto dó pelo tempo inutilizado e que terei que recuperar. É como retomar caminhada, obre carregada com a bagagem inútil e pesada

Os sinais não foram levados a sério como deviam e fui afundando no desequilíbrio. Agora está claro que precisava de ajuda pela pessoa frágil que me tornei. As conseqüências, terei de enfrentar, mas está sendo difícil. Meço as conseqüências e estremeço, pois parece que o tempo parou e não avanço, tão lenta me fiz e confusa me sinto. Onde foi meu dinamismo, o que fiz das minhas convicções de todo o poder, pelo conhecimento que tinha e que favorecia poder viver tranqüilamente a cada dia, e me fazer vitoriosa das dificuldades e ser capaz de me sobrepor todos os limites com os quais me defrontava? Onde?

Uma névoa envolve a minha mente, e nada fica tão claro quanto o desejado. O tempo se confunde e fico a conviver com o passado esquecido; com lembranças confusas e sinto-me perdida em poder discernir quem sou Eu?

Aquela vestuta dama magoada e ressentida imensa em solidão profunda?

Aquela jovem decidida e conseqüente?

Ou aquele menino tímido que teme a vida e a morte, e refugia-se na depressão, na doença para não assumira vida?

Ou ainda a pesquisadora da Alma Humana, constantemente buscando Mestres para se fazer capacitada de poder, ensinar aos outros, como bem viver suas difíceis experiências?

Também na galeria intensa de vivências existe a iniciadora comprometida com os princípios da eternidade e que se propôs zelar pelos princípios e leis que regiam a doutrina abraçada, por lhe parecer portadora da verdade e conceder a melhor disciplina para viver sem momento de exaltação espiritual?

A extensa galeria me assusta, pois um reafirmar como o desejado, e não atingir o grau ideal de aperfeiçoamento, pois fraquejo nos atos de testemunhar a grandeza do Ser que sou.

Meu histórico deixa a pensar, o quanto de valores a superar preciso, pois necessito libertar para que meus tormentos possam ser minhas próximas experiências a viver.

Preciso urgentemente me encorajar, me aliviar de tantas culpas e dependências, me fazer humilde, despojada. Precisarei apagar as marcas que deixei no meu caminho e tornar uma nova estrada demarcada pela compaixão, o perdão pelos meus erros, enganos, libertando-me de me crucificar, querendo resgatar minhas confusões e conflitos.

É preciso admitir que toda a fuga não leva a lugar nenhum e que precisamos nos conscientizar que todo o erro não justifica nosso ato destruindo a vida que sempre oportuniza nos fazermos vitoriosos de todas as dificuldades se não deixarmos a crença e a fé de que há sempre um novo amanhã.

Agora, como careço de ajuda para recuperar a fé em mim, admitindo que não estou e não estive abandonada, mas fora da sintonia com o Pai Eterno que me é a Fonte Vida.

Obrigada pelos pensamentos de amor e carinho que alimentam espiritualmente

M.

Recebido em 22 de fevereiro de 2001.

Por Nydia Corrêa da Silva


Meus Amigos:

Aconteceu o inesperado. Fui levada a reconhecer locais onde convivi com experiências que me marcaram profundamente e propiciaram aprendizado que nem sempre resultaram gratificantes, semeando magoas, ressentimentos e revoltas, fruto de frustrações nos projetos vivenciais.

Incrível acreditar, após ter admitido que tenha sido a responsável por tantos atos de desequilíbrio, violência e desrespeito a certas Leis específicas que regem o destino de todos os homens. Há situações patéticas que não só surpreendem, mas estarreci em pelo inusitado das atitudes pelas quais nos fizemos responsáveis.

O tempo não apaga o histórico de tantas vidas, de tantas tentativas de bem viver frustradas e frustrantes. Ainda fico perplexa por me saber autora de minhas desditas, dos erros que vêm sucedendo-se sem poder deles me libertar, por não ter conseguido, ainda, adquirir a humildade e a sabedoria, necessárias para que me faça plena como ser.

Tantas mazelas me sufocam, e às vezes, me confundem pelas épocas distantes que se sucedem.

Preciso ir fundo, na raiz de tantos males, para poder equacionar um novo programa no meu processo evolutivo.

Pensava saber bem mais do que sabia.

Pensava ter domínio, saber minhas emoções e não tinha.

Pensava estar bem preparada para as funções que elegi em todas as vidas e não estava.

Pensava ser confiante nas lições humanas e me enganei.

Pensava ter encontrado minha verdade e me iludi e por isso fraquejei e fracassei, mais uma vez.

Pensava saber coordenar minha experiência pessoal, profissional e me faltou a coerência

Pensava ter-me feito boa administradora da vida, de meus sentimentos e emoções e não o fui, fali comigo mesma por não ter reconhecido que continuava aprendiz apesar de todo o conhecimento adquirido e por isso pensei ser Mestra dos outros e somei responsabilidades e não tinha o devido suporte, por não me conhecer o tanto que devia.

Agora tudo se faz claro ao ver a seqüência das vidas que elegi para crescer, resgatar, evoluir e reconheço que de nenhuma delas fiquei menos devedora, pelo contrário fui somando débitos, que ampliaram minha bagagem de resgate.

E agora, mais uma vez, não fui capaz de abraçar o madeiro que venho construindo na minha eternidade. Aí se faz mais pesado o caminho mais íngreme, e reconheço que terei de enfrentar dificuldades que me possibilitarão quem sabe, me aproximar mais de quem realmente sou: alguém que, conscientemente, reconhece que não se esforçou o bastante para romper com liames que a mantém presa a um passado delitoso, por falta de humildade, por ter sido despojada de orgulho e vaidade que retardam não a sua caminhada, mas sua ascensão evolutiva por manter-se esvaziada de valores venais e não lhe permitem fazer-se livre e ser eterna caminhante, desejosa de conquistar a paz, a serenidade e a harmonia.

Dores profundas na surpresa de minha real verdade.

Lágrimas deslizam pela minha face e já não as oculto de mim. Faço-me frágil, carente e descubro quanto exigi quando acreditava na minha força e capacidade de tudo vencer.

Faço-me pequena, carente de mão amiga que me conduzia por novos caminhos que auxilie a reconhecer estar diante da avalanche de dificuldades que criei e delas não soube sobrepor por falta de fé, desta força que tudo pode e tudo impulsiona.

Voltei a me fazer aluna para discernir melhor o bem e o mal para que possa melhor me conduzir no amanhã, após ter aprendido a me aceitar na minha real dimensão de Ser, sem rejeitar minhas fraquezas, admitindo-as respeitando-me e fazendo-me capaz de amar e oportunizar-me um novo amanhã como ser consciente, responsável, convicta de que fui errada.

Abraço-me forte, pois vejo uma luz se acendendo no meu caminho, reflexo da luz interna que renasce em mim por me ter libertado de tantas magoas, ressentimentos, alimentados desde um passado distante e incompreendido

Realmente estou cansada!

O sono reparador refaz minhas forças e energias e ergo-me e caminho mais um pedaço de um novo caminho. A onde me levarão meus passos?

Não sei. Mas sei que terei de que prosseguir e repassar velhas experiências para que os ciclos se fechem, favorecendo a passar pelo pórtico correspondente ao meu estágio evolutivo. Só, então, poderei apresentar meu futuro existencial pronto, para avaliação, aprovação ou impedimentos para sua realização.

Terei de fazer as provas da matéria como se fosse uma vestibulanda: "Como bem viver a vida no respeito as sua Leis". - com humildade, consciência, responsabilidade e sabedoria.

Vejam, amigos, o que fiz de mim e quanto tenho a realizar para renascer amando-me.

Os pensamentos de amor e carinho que recebo, além de confortar-me, aliviam minha culpa de tê-los decepcionado por não tê-los reconhecido capazes no meu socorrer.

Estava escrito e se cumpriu dolorosamente meu ato de desatino.

A todos a minha gratidão por terem feito espaço para mim, para lembranças minhas e saudades no coração, que bate no peito de todos vocês.

Amo-os, bem melhor agora, por realmente reconhece-los amigos.

M.

Recebida em 28/02/2001.

Por Nydia Corrêa da Silva


Amigos:

Ocorrem, às vezes, momentos de depressão quando sentimos e reconhecemos que tínhamos condições para fazer bem melhor e mais no cumprimento de nossas propostas de vida.

Ficamos frente à realidade que ignoramos ou enfeitamos ao ver o resultado de nosso comportamento atitudes que pouco ou nada nos enobrece.

As raízes atávicas que trouxemos de outras vidas permanecem arraigadas e não se deixam destruir tão facilmente mesmo quando temos boas intenções, fortes reagem, resistem e muitas vezes, se impõem a nossa vontade.

Vendo a radiografia do meu passado, contato com uma dolorida verdade, venho sendo resistente bem mais no meu ato de viver e realizar.

Descobri minhas intransigências, logo minha intolerância para companheiros de minha convivência com aqueles que elegi para se fazerem protegidos nas dificuldades a enfrentar.

Isso prova que não fui justa, pois não consegui me fazer impessoal, solidária com o mais carente e necessitado de minha atenção e presença amiga para ajudá-lo a refazer ou encontrar o caminho.

Conviver com proximidade plena não foi o meu forte, sempre ficava algo a desejar e muitas vezes, tinha a impressão de estar inadequada ao ambiente e sentia desejos de estar num local muito meu, sem saber onde, mas chegava a sentir como meu o lugar e meu espaço

Noites inquietas, não só as noites, dias também a questionar-me, a conviver com minha inquietação interna e sem conseguir respostas que pudessem me tranqüilizar, permitir que ficasse sem medos, dúvidas e receios.

Esse repassar de cenas de um distante ontem, por vezes me fazem cansada, exausta por exigirem que me faça consciente das conseqüências de minhas atitudes para comigo mesma, para com os mais próximos e com tanta coragem convivi em nome de meu ideal de ser, uma mentora capaz, bem preparada, capaz de mostrar caminhos e conduzir para os que buscavam e confiavam-me a mão para que os conduzisse por novos caminhos.

Não sei, ainda, quanto terei para repassar rever meu passado, remoto e presente que disposições deverão ser tomadas após este período, sei que terei de enfrentar alguns momentos mais penosos e deles não poderei fugir, nem poderei evita-los.

Reescrever a vida traz dor e sofrimento pois não podemos negar para nós mesmos os sentimentos que nos impulsionaram na hora em que praticamos ações mais enfáticas do que beneficentes, e que pensamos ser anjos doces, bons, coramos ao ver quanto de ilusão alimentamos no passar do tempo.

Magoamos, ferimos, desrespeitamos sentimentos de muitos, nos omitimos, negamos no assistir o suplicante auxílio quando solicitados de nossa cooperação, valorizavam nosso tempo, ele era por demais valioso para gastá-lo em situações cansativas, procurávamos não ver mais estendida suplica a pedir: Fica comigo, não me deixa só no meu medo e na minha dor. Compromissar-se era importante, embora exaurisse nossas forças, mas nos gratificava e não podíamos a eles nos negar.

Sobrecarregada de compromissos e responsabilidades, tudo me exigia um corpo físico, mental e emocional em nunca ter tido tempo para o espiritual, nem oportunizei-me como necessidade de alimento de importância na vida.

Sucumbi as minhas dificuldades humanas, fugi da raia como se diz vulgarmente, mas este meu gesto tresloucado não poderá ser reprisado, pois, embora tenha de enfrentar os dissabores e sofrimentos, pleno aprendizado está sendo realizado: rever, repassar as vidas, para discernir o melhor para reorganizar meu projeto futuro amanhã.

Romper compromissos é retardar a caminhada, impedir o despertar da consciência. Maior, rejeitar o crescimento continuar escrava de valores que não nos permitem sermos livres de nossos limites, impedem nossas conquistas e tornamo-nos enganados por nossas pequenas ilusões que não permitem sermos quem realmente somos.

Para poder realizar esta programação estou sendo sustentada por inúmeros servidores espirituais, que me assistem direcionando as tarefas a serem cumpridas, resgatando assim compromissos assumidos e não realizados, problemas que provavelmente permaneciam em minha envolta perturbando, e fazendo com que vivesse em conflito com a vida e em inquietação.

Mas Deus é Pai e estava olhando por mim, e eu não sabia.

M.

Recebida em 03/03/2001.

Por Nydia Corrêa da Silva

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