" A QUEM QUISER ME OUVIR "
- Às vezes me proponho a não falar, mas porque não falar? Aqui estou hoje, estive ontem, e escuto, há muito tempo, a todos que falam, pois a Casa dá essa liberdade, então me sinto, também, livre, e, quando assim estou, livre, falo a quem quiser me ouvir.
As lições são muitas, variadas, novas, velhas e repetidas, mas elas sempre vêm, e sempre trazem um convite a mudanças. Apenas um convite, aceite quem quiser, e, se for para melhorar, melhore quem quiser também.
Cada um sabe, e muito bem, o que vem fazer aqui. Mas, se tem bem claro o que buscam, sejam autênticos, sejam libertos a partir da abertura do grupo que freqüentam, se entreguem, de coração aberto, e deixem fluir as energias de tranqüilidade e luz, se envolvendo nessa aura e envolvendo a tantos quantos estão no caminho. Essa luz, quanto mais intensa, cuja projeção vai depender da disponibilidade da nossa entrega ao Mestre, se multiplica, é contínua.
Há muitas formas de trabalhar e iluminar a quem não vê a luz, não a sente ainda. A luz está na palavra que emitimos, mas na palavra esclarecedora, na palavra que vem do coração, da palavra da luz, que vem do Mestre e que é dirigida a quem precisa ouvi-la, através de nós que somos única e humildemente instrumentos.
Respeitemo-nos mutuamente. Sejamos cada um, um. Cuidemos cada um de si, sim, é necessário cuidar cada um de si. Os trabalhadores são conscientes e sabem muito bem a filosofia da Casa. Quem está na Casa assuma ou faça o que for melhor.
Desejamos o melhor para cada um e para todos. Amem-se. Não percam tempo porque o tempo passa célere.
A mediunidade não torna ninguém inconsciente. Conscientizem-se, portanto. Se quiserem assumam a Casa, ela é assim. Serve a todos? Não serve a alguém? Cada um é a melhor resposta.
Recebido pela Ivete, no Grupo Libertação, em 12.5.2004
Revisão: Clovis
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